deleuze, escrita, estilo






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Thursday, July 15
Père Ubu

Colegas, pelo menos a gente termina o semestre sabendo que existe o Pai Ubu, que é o personagem principal da peça Ubu Rei, que inventou a pataphysica, donde Deleuze também busca inspiração e donde surgem as máquinas, algumas delas. Quem puder ler Ubu Rei, vale a pena, é uma peça muito importante na dramaturgia do século XX na França, e que depois tomou o mundo. É de Alfred Jarry, muito citado pelo Gilles... e como diria Pai Ubu: MERDRE! prá todos nós.
Boas férias, agora só falta fazer o trabalho escrito prá entregar...
Agradeço as escutas e as boas vontades! Parabéns, vamos esperar pelas fotos, que são várias e compartilho o depoimento de uma colega da outra turma - da outra troupe - que se disse "arrepiada" em vários momentos da nossa boniteza...
Até breve,
s.

Enviado às 11:45 am, por Lulkin
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Tuesday, July 13
Dia de quarta-feira


Aquelas coisas de final de semestre...gostaría de ter o mail  dos que convivemos durante esse  tempo nos finais das tardes de segundas-feiras. O meu é mhmg@pop.com.br. Boa performance para nós amanhã. Nela, tudo está  bonito! Limpo, mesmo a sobriedade, está leve. O divertimento levado a sério dando o tom.

Enviado às 09:10 pm, por helena garcia
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Revisões

Colegas!
Não podia me furtar de deitar algumas palavras de véspera...
Tá muito bom!
Várias cenas cresceram, a música preenche, dá ânima... as vozes melhoraram, as intenções também.
Não esqueçam: os "ataques" devem ser 'lá em cima', cuidar prá não começar muito embaixo, em baixa tensão, pois uma estrofe/verso (anterior ao seu) supõe algo que já está no ar, não dá prá sair de "0" zero, tem que ter aquele tom de algo que está suspenso, "falou-se de suspense... e de indivíduos, no indeterminado, flutuando..."
A dupla do susurro bonecos chineses (a técnica) tá ótima, a dança final ganhou melhor forma...
Sugestões, ainda e sempre, até a última e derradeira hora: naqueles "jograis alternados" da "verdade, verdade...." e no outro do "os papeís suplantarão os atores, os espaços os papéis e as idéias os espaços..." não pode haver hesitação, fica parecendo aquelas crianças do jogral que não sabem a hora de "entrar..." , ali também tem que ter decisão, ataque... uns podem dizer, outros afirmar, outros perguntar, outros duvidar - licenças poéticas não homogeneizantes. E o dos papéis atores, espaços, idéias, não precisa ser na mesma ordem da frase, uns podem começar dizendo "as idéias sobre os espaços" e outros podem "os papéis sobre os atores"... variar, variações, variedades... só não pode é inverter (atores sobre as idéias...), prá não perder o sentido... tudo que ficar muito na ordem, tal como está escrito, tende a "morrer"... vamos dar vida, lembrem do meu lema ( e d´outros, é claro) - não pode é estar morto, tem que ter vida!. Logo, soltem as amarras, leiam bem os seus papéis ainda hoje, dêem uma olhada antes de dormir e na primeira hora da manhã, amanhã de manhã, quem puder escreva a sua estrofe, mais de uma vez, reescreva, numa agenda, num rascunho... é técnica de apropriação... aproveitem o cursinho de teatro intensivo...
Agradeço,
sensibilizado,
até amanhã...
S.

Enviado às 10:43 am, por Lulkin
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Roteiro finalíssimo

Enviei o roteiro final, pós-ensaio do dia 12, por email . Para o caso de ter havido algum problema, estou colocando também na página de downloads. Ele é o resultado das modificações sugeridas e discutidas durante o ensaio e devidamente anotadas e organizadas pela Rosana.

Enviado às 02:35 am, por tomaztadeu
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Sunday, July 11
Convite para um ensaio prévio

Marilu, topas encontrar-me no sétimo andar às cinco e meia da segunda-feira para ensaiarmos nossa parte sussuros e repetições? Chico.


Enviado às 02:50 am, por
Comments (2)

 
Saturday, July 10
Gracias

Tomaz, Rosana!
Agradeço o envio do roteiro quase final! Gracias vielmals...
Segunda vamos todos e todas com lápis na mão para as anotações finais...
E temos que lembrar das colegas que não estarão ou que não estiveram no ensaio passado, eu lembro de algumas pessoas, não lembro do nome, a Angélica agora sim... então temos que fazer o papel delas, prá lembrar dos momentos, das passagens, das cenas que iremos compor no próximo ensaio.
Levar tudo que for de figurino prá ver o que fica ou não, o que cabe melhor...
Levar tudo que for de acessório, pequenos objetos, etc. para a última testagem...
Levar seus textos estudados, se possível decorados, quem quiser, não é obrigatório...
Preparar vozes e espíritos,
levar o roteiro para a orientação e para os possíveis acertos e pequenas correções, falta muito pouco...
e fruir,
já tô gostando tanto do processo que o produto, como soe, tem sempre um a menos, na menos 1, do que na criação quando cada átomo está saturado...
Bons sonhos... e quem os tiver já saberá que eles são típícos de performers em véspera de estréia...
febre!

S.

Enviado às 07:58 pm, por Lulkin
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Friday, July 9
Vocabulaire Deleuze

Está à disposição no Pró-Cópias o "Vocabulaire Deleuze", um ambicioso dicionário de conceitos deleuzianos, organizado por uma equipe de estudiosos franceses. Tem mais de 400 páginas. Esta cópia ficará permanentemente à disposição.

Enviado às 09:32 pm, por tomaztadeu
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Roteiro: versão final

Na página de downloads:

1. A versão final do roteiro (redigido pela Rosana, incorporando as notas do Sérgio; as anotações em amarelo são observações posteriores do Sérgio).

2. As notas do Sérgio, já publicadas aqui, mas agora em formato DOC.


Enviado às 09:08 pm, por tomaztadeu
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Wednesday, July 7
Figurinos

Colegas!
Prá quem tá lendo o blog, ei pssiu! Tá na hora de pensar nos figurinos, pensem nos figurinos que gostariam de estar vestindo, somando àqueles que já foram aos seus, aqueles que encontrarem pelo caminho, que interessa vestir... acho que os óculos espelhados devem estar, algo que quebre um pouco com a forma do rosto, visage... Bem, vestir vestí-los. Se já escolheram algo, pensem como aproveitar o signo... Temos que ir somando às pequenas intervenções sonoras, falei com o André, um arco que lança um som, um pizzicato, nada que fique nem muito sublinhado nem muito ilustrativo, é claro, e segue o desejo de leitmotif la vien en rose, tocado no início (um senso comum amoroso) e assoviado no meio (o número do baile lento). Ao final vem aquela outra canção, veremos, escutaremos, bailaremos e daí decidimos... continuamos a experimentar...

Então, vestir, pensar nos chapéus, se eles vão ficar o tempo todo na própria cabeça, se dá prá explorar tiradas, vestidas de chapéu, depois da seqüência Kafka cabeça baixa, cabeça alta, essa coreografia temos que ensaiar melhor... tá boa, mas pode melhorar...

A capa marroquina é outro signo interessante, dá prá explorar em diferentes momentos, não só na entrada, o capuz idem...

As damas enluvadas podem explorar luvas, tirar, botar, ter uma na mão, etc... explorem, pensem, experimentem... As mulheres dos dados podem seguir explorando momentos para uma jogada... acho melhor tirar a toalha - fora com as toalhas!!!! - para que os dados façam barulho na madeira. E como não tem o tecido, arriscam de resbalar... mais risco, arriscar, invenção....!

Vou levar três capas de chuva, tipo gabardina dine, prá lá de figurinos, o auge do figurino de mentira, feitas prá teatro, prá dar impressão... mas nem prá isso serviram... então são o auge do kitsch, ainda que bem feitas, simulacro barato, que causa efeito... pop gabardines, três, fica interessante, uma multiplicidade extensiva... acho que a Carmem e eu podemos usá-las, a dupla que fica semi-impé junto a fileira da barra de bar... Depois, como já disse, vou dar um jeito de chegar lá na Helena que está sentada sob um abat-jour, na poltrona com braços... Talvez a poltrona possa receber um tratamento, um pano, para desaparecer daquelas outras iguais, um outro ambiente, um interior, uma casa, um bureau... sim, talvez disfarcemos a cadeira, é uma sugestão... Helena, te parece? Tens algo que pudesse dar um ar, vesitr algo sobre la chaise sous la lampe???


A mesa, talvez, tenha que sair, o mesão da banca e sua tolha estorvada... Nos dá respiro além de permitir o movimento, movimento, movimento... Os homens da barra do bar podem tomar rumos, ou permancer, referência do espaço, ali tem aquela mesinha rodante cheia de copos, taças... talvez possa se deslocar, com rodinhas lentas... a ver, a mover... vamover


Temos que treinar habilidades: os bonecos chineses temos que práticar, ok colegas??? quero dar um minuto de atenção para esse exercício, é muito bonito...

Segunda faremos também uma "coreografia" disciplinada para prepararmos a sala -  cenografia...
É isso agora, cenografia e figurinos...

Mãos à obra!


Enviado às 06:48 pm, por Lulkin
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Tuesday, July 6
terceira parte roteiro

[terceira parte]

Todos se entreolham, que horas são?
entra a hora da metamorfose,....
Segue, rosana, ok, etc.
Chico - fala, o André entra com acordes, entra o chico prá terminar a fala, ali, Bela Bartok... etc...

Aqui me perdí um pouco, entra a Helena (é aqui que fala do Porco, do filósofo??? Bem, virá a nova escrita, que a Rosana deve estar organizando, aviem-se...) Se a Helena for falar do porco filósofo agora, eu já estarei ao lado dela, nós temos uma ligação por esse porco, assim como a Karen... então, ela pode listar, dizendo para ele (mim), um comentário para o outro que está parado ao lado, cadeira, abat-jour... Se esta fala é mais adiante, então passa tudo para o próximo momento. A cena, se possível, permanece com esse desenho.

Entra o Roger

Aí entra algo que está ainda em gestação que é aquele "todos", organizados, ados... temos que ensaiar bem, prá não ficar "titubeante"... ou para dizer, ou para sussurrar, sei lá... ali me parece ainda bastante indefinida a ação...

Então entra a Fabi, com aquela bela imagem complementada pela colega....... me perdi do nome...
Fio de tensão entre as duas mulheres, tessitura da imagem de Turner, Parque Geofroá Santilér, mãos em garra e mandíbulas, lâminas, Challenger Edward Mãos de Tesoura....

Daí Rosana, ou Helena, ainda não tenho o novo roteiro...
Deleuze está cansado... (é lindo isso)
Daí vem um dos parágramos estrofes mais difíceis da face da terra que o Chico se escolheu...
Helena
Carmem - "Não tem importância"
Brindamos
Começa a música final
Baile
Desfazem-se os pares prá ouvir o violinista, que deu início, ritornello.

[Colegas, não esqueçam, pensar em que momentos podem haver ações, entradas da música, se vocês acharem que no entre-mezzo de texto que vocês dizem puder entrar alguma ação, não hesitem, é a hora de provar e aprovar]

Enviado às 03:30 pm, por Lulkin
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